Tiago 5.16
“Vocês devem acostumar-se a reconhecer seus pecados diante dos outros e a orar uns pelos outros, para que possam ser curados. Há um imenso poder à disposição por meio da oração sincera de um homem bom”. A mútua confissão de pecados, que o autor bíblico estimula como um hábito é altamente positiva e benéfica para a saúde da igreja. O corpo de Cristo que somos nós fica enfermo quando deixamos de confessar os pecados que cometemos. Preste bem atenção no conjunto de palavras: Confissão + Oração = Cura. O que ele sugere? Como estamos lidando com os pecados que temos cometido? Onde, quando e como devemos confessar os nossos pecados? Eu sei que esta passagem ainda pode levantar outras questões, mas gostaria que voltássemos nossa atenção para a confissão de pecados.
Não temos um confessionário onde as pessoas de forma oculta revelem os seus erros e recebam as penitências (punições). Cremos que cada cristão deve exercer o sacerdócio e assim cada um de nós é apto para ouvir e orar pelos pecados uns dos outros afim de que Deus os perdoe. Se porventura tais pecados têm produzido (e eles produzem) enfermidades físicas e espirituais também devemos orar pela cura. O fato é que temos uma imensa dificuldade de confiar aos nossos irmãos os erros e pecados, pois tememos o julgamento, a discriminação e até alguma punição. É preciso que superemos esta dificuldade aprendendo a confiar nos irmãos e sendo confiáveis para que eles também compartilhem e confessem seus pecados a nós também.
É claro que não há um local ou ocasião clássica de se fazer esta confissão. Eu creio que ela pode ser feita tanto individualmente ao procurar-se alguém para confessar e orar pelos pecados quanto coletivamente, seja numa reunião de oração, num grupo pequeno ou até mesmo num culto público. Esteja sensível a liderança do Espírito Santo e não continue mais tentando esconder os pecados como quem esconde o lixo debaixo do tapete. Reconheça que os seus pecados afetam tanto a sua vida como a de cada irmão que faz parte do mesmo corpo de Cristo que é a Igreja. Tome ainda hoje uma atitude. Creiamos que o Senhor nos perdoa, confessemos mutuamente e uns aos outros os nossos pecados e oremos pedindo ao Pai Celeste que nos cure de todas as nossas enfermidades.
Não temos um confessionário onde as pessoas de forma oculta revelem os seus erros e recebam as penitências (punições). Cremos que cada cristão deve exercer o sacerdócio e assim cada um de nós é apto para ouvir e orar pelos pecados uns dos outros afim de que Deus os perdoe. Se porventura tais pecados têm produzido (e eles produzem) enfermidades físicas e espirituais também devemos orar pela cura. O fato é que temos uma imensa dificuldade de confiar aos nossos irmãos os erros e pecados, pois tememos o julgamento, a discriminação e até alguma punição. É preciso que superemos esta dificuldade aprendendo a confiar nos irmãos e sendo confiáveis para que eles também compartilhem e confessem seus pecados a nós também.
É claro que não há um local ou ocasião clássica de se fazer esta confissão. Eu creio que ela pode ser feita tanto individualmente ao procurar-se alguém para confessar e orar pelos pecados quanto coletivamente, seja numa reunião de oração, num grupo pequeno ou até mesmo num culto público. Esteja sensível a liderança do Espírito Santo e não continue mais tentando esconder os pecados como quem esconde o lixo debaixo do tapete. Reconheça que os seus pecados afetam tanto a sua vida como a de cada irmão que faz parte do mesmo corpo de Cristo que é a Igreja. Tome ainda hoje uma atitude. Creiamos que o Senhor nos perdoa, confessemos mutuamente e uns aos outros os nossos pecados e oremos pedindo ao Pai Celeste que nos cure de todas as nossas enfermidades.
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